Columbário: Guardar a memória é amar

O que fazer com as cinzas dos nossos entes queridos?

Eis o pensamento da Igreja expresso no documento Ad Ressurgendum cum Christo:

Seguindo a antiga tradição cristã, a Igreja recomenda insistentemente que os corpos dos defuntos sejam sepultados no cemitério ou num lugar sagrado.

A  cremação do cadáver não toca o espírito e não impede à omnipotência divina de ressuscitar o corpo (nº4)

A conservação das cinzas em casa não é consentida nem não podem ser dividias entre os vários núcleos familiares e deve ser sempre assegurado o respeito e as adequadas condições de conservação das mesmas. Por isso,  não seja permitida a dispersão das cinzas no ar, na terra ou na água ou, ainda, em qualquer outro lugar. Exclui-se, ainda a conservação das cinzas cremadas sob a forma de recordação comemorativa em peças de joalharia ou em outros objetos (nº 5).

 As cinzas do defunto devem ser conservadas, por norma, num lugar sagrado especialmente dedicado a esse fim determinado pela autoridade eclesiástica.  Os túmulos dos tornaram-se lugares de oração, de memória e de reflexão.

Esse lugar chama-se columbário.  Criamos um significativo e emocional que atenda às necessidades da sociedade atual e aos seus anseios espirituais.

A nossa comunidade pode oferecer aos seus fiéis a possibilidade de depositar as suas cinzas num espaço sagrado, significante, respeitoso e protegido, que pode ser visitado por parentes e entes queridos nos próximos séculos.

Situa-se na Igreja de São Romão de Carnaxide (Capela da Ressurreição).

Existe em duas modalidades:

- Individual – NAIM – Tomou o nome do lugar onde Jesus levantou do tumúlo um jovem filho de uma viúva que ia a enterrar.

- Familiar - BETÂNIA – Em memória da família de Lázaro que Jesus reanimou do túmulo -4 lugares.